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Capítulo 18 - O OUTRO LADO - PARTE 3

(POV JAKE)
... - Você não sabe o tamanho do risco que correu, menina.
- O pior é que agora eu sei, Jake. E é muito maior do que eu imaginava.
Comecei a rir meio sem graça. Entendi bem sobre o que aquela maluca estava falando. Devia ser a primeira vez que ela via um homem pelado em plena ereção matinal. Coitadinha...
- Nessie, Nessie... Desta vez Edward acaba comigo. Basta um único pensamento seu sobre isso e eu sou um homem morto.
- Troque-se que eu te levo pra casa – falei, olhando para aquela menininha assustada embrulhada no lençol.
********************
Voltamos correndo pela floresta. Costumava me transformar em lobo quando fazíamos isto antes, mas desta vez mantive-me na forma humana pra evitar o constrangimento de ficar tirando e pondo roupa escondido.
Nenhum de nós quis comentar o acontecido naquela manhã, evitando o assunto, apesar de não conseguir esquecer a visão do corpo escultural de Nessie em minha cama, vestida apenas com calcinha e sutiã. Ela tinha se tornado uma mulher linda. Suas curvas eram de enlouquecer qualquer um.
Nessie ainda se atrapalhava um pouco quando se aventurava a seduzir-me, mas mesmo assim ela ainda era irresistível. Seu jeito meio moleca dava a ela um charme especial.
Paramos na beiro do rio, onde sempre nos encontrávamos. Estava louco para senti-la em meus braços outra vez.
- Ainda não te beijei hoje – disse, mordiscando seus lábios.
- Já sim! Lá no seu quarto – ela falou, já com o coração acelerado, perceptível graças a minha audição apurada.
- Eu estava dormindo, não valeu. – Nem bem terminei de falar, já estava beijando-a avidamente.
- Jake, – perguntou quando nossas bocas se separaram – você me deseja muito?
- Mas do que essa cabecinha pervertida pode imaginar – disse, beijando a ponta do seu nariz.
- Então como você consegue ser tão controlado? – Devia estar se referindo ao fato de eu respeitar os limites impostos por Edward.
Mal sabia Nessie que eu estava à beira da loucura de tanto desejá-la.
- Porque sei que se começar não vou conseguir parar, Nessie. Mas do que você, eu sei o que estou perdendo. Eu já fiz sexo, e sei muito bem imaginar como seria se fosse com você. – Eu não me cansava de imaginar-me fazendo amor com ela.
- Eu nunca fiz, mas imagino também. Aliás, é o que mais faço ultimamente – falou rindo.
Lá vinha Nessie de novo, expondo suas fantasias para mim. Aquela menina gostava de brincar com fogo.
- Nessie, por favor, pare de falar assim senão eu vou acabar fazendo besteira. – Minha boca percorria toda e extensão do seu pescoço, ciente dos arrepios que lhe causava.
Eu já estava no meu limite.
- Você está excitado – sussurrou em meu ouvido. Eu estava verdadeiramente perdido na mão daquela monstrinha.
- Eu sei. A culpa é sua, que fica falando estas coisas e ainda por cima fica roçando os seios no meu peito. – Já não tinha mais controle algum sobre meu corpo.
- Eu não estou fazendo isso.
- Tá sim.
- Se quiser, podemos fazer isso sem roupas para atrapalhar – falou maliciosamente, dando o golpe fatal.
-Nessie... não faz isso comigo. – Naquele momento eu já não seguia mais a voz da razão. Estava dominado pela luxúria.
Nessie colocou suas mãos delicadas por baixo de minha camiseta e começou a acariciar meu peito. Eu mais parecia um brinquedo frágil nas mãos daquela criança. Com um simples toque ela me destruiria sem compaixão.
- Não quer fazer o mesmo comigo, Jake? – Ela perguntou com sua voz doce, enquanto alcançava uma de minhas mãos e a colocava em sua barriga, embaixo da blusa que usava.
Sentir sua pele macia sob minhas mãos era indescritível. Enquanto a beijava, comecei a acariciá-la, subindo a mão até alcançar seus seios, cobertos pela renda de seu sutiã.
Toquei-os por sobre o tecido. Eles estavam bem maiores do que aquela primeira vez, na escada.
Nossos gemidos eram abafados pelo beijo. Podia sentir o corpo de Nessie tremer de desejo. Era a primeira vez que ela era tocada daquela forma. Estava experimentando sensações e prazeres novos.
Levei minhas mãos até o fecho de seu sutiã e o desabotoei. Apesar de minha experiência, eu também estava nervoso, como se nunca tivesse feito aquilo.
Afastei o sutiã e acariciei seus seios. Podia sentir os biquinhos rígidos, por causa da excitação dela. Nessie não demonstrou o menor sinal de que queria que eu parasse. Tremia toda, mal se segurava em pé.
Ansioso por senti-la por completo, passei a tocá-los com as duas mãos. De olhos fechados, gemendo de êxtase, minha boca passeava pelo seu pescoço, procurando seus lábios, faminta por seu gosto.
- Você é tão linda, Nessie... – sussurrava em seu ouvido– é uma verdadeira perdição, menina. Eu já não consigo nem mais trabalhar direito... – Queria que soubesse o quanto ela me deixava doido... o quanto eu a queria.
Sem conseguir me segurar, levantei sua blusa para que pudesse admirá-los. Eram perfeitos, macios, rosados. Tinham o viço da juventude. Ultrapassando todos os limites que eu mesmo tinha estabelecido, levei meus lábios até àqueles seios virginais. Meu gesto fez Nessie quase desfalecer. Só não caiu porque a segurei rapidamente. Ela se contorcia de prazer enquanto os beijava delicadamente. Ouvir seus gemidos me levava à loucura. Eu estava a um passo de deitá-la na relva e fazer amor com ela. Precisava retomar meu juízo.
Abotoei seu sutiã e abaixei sua blusa. Segurei seu rosto entre minhas mãos e encarei seu rosto vermelho, que ainda queimava de desejo
- Tá vendo o que a senhorita me faz fazer? – Falei sorrindo. Beijei-a apaixonadamente, finalizando aquele momento mágico que tínhamos acabado de ter.
Nessie me abraçou, colando seu rosto em meu peito. Não disse nada. Estava encabulada. Podia ouvir seu coração se desacelerando.
- Você gostou? – Perguntei, bem pertinho do seu ouvido.
- Gostei... muuuito, muito mesmo. E você?
- Mais do que qualquer coisa que já tenha feito na vida. – Era a mais pura verdade.
- Nós quebramos o acordo – falei.
- Que acordo? Não me lembro de acordo nenhum... – Nessie estava muito feliz para se dar ao luxo de preocupar-se.
- Seu pai te lembrará – disse rindo.
- Minha esperança é que mamãe dê um trato básico nele lá na Ilha de Esme, e ele volte mais relaxado.
- Vai sonhando... – Nós estávamos bem encrencados, mas a maravilha de ver e sentir os seios de Nessie sob meus lábios valia qualquer preço... até minha morte.
Naquele dia, deitado em minha cama percebi a extensão do meu ato impensado. Por muito pouco eu não tinha cometido a loucura de tirar-lhe a virgindade naquela margem de rio.
Sabia que Edward despejaria sua ira contra nós. Nessie sofreria com as acusações do pai, e seria culpa minha.
Decidi que teria de ser mais controlado nos nossos próximos encontros, afinal tinha dado minha palavra que concordava com os termos daquele ridículo acordo.
Assim, nos dias seguintes, voltei a me segurar, me atendo apenas nos beijos e abraços.
- Jake, o que aconteceu? Você não quer me tocar mais? – Nessie me perguntou, um pouco decepcionada.
- Nessie, faz idéia do quanto cheguei perto de mandar tudo pro espaço e fazer amor com você ali mesmo, perto do rio? Não posso deixar que Edward te castigue por causa da minha irresponsabilidade. Você já tem um problemão nas mãos devido ao que eu fiz. – Respondi, procurando convencê-la do perigo que a fiz correr.
Percebi que ficou triste, parecendo conter o choro.
- Então acha que o que fizemos foi um erro? – Finalmente parecia que ela entendia a gravidade de nossos atos.
- Foi um grande erro, Nessie, e não vai mais se repetir. – Reforcei minhas palavras anteriores.
Para minha surpresa, Nessie saiu correndo para a floresta, sem dizer nada. Corri atrás dela, procurando entender o que tinha acontecido para ela agir assim. Encontrei-a debaixo de uma árvore. Ela sequer me olhou, quando aproximei.
- Nessie, por que está chorando? Por que ficou tão brava e magoada comigo?
- Jacob, por que tudo que acontece de bom na minha é considerado um problema para os outros? Minha mãe teve de perder sua vida humana para me trazer à luz, as pessoas achavam que eu era um monstro, depois os Volturi me viam como uma aberração a ser eliminada, meu desenvolvimento rápido obrigou minha família a se exilar neste fim de mundo, meu pai transformou meu primeiro beijo em um crime e agora você diz que a primeira vez que nos tocamos foi um erro. Meu Deus do céu, o que há de errado comigo? – Perguntou, com a cabeça entre os joelhos, chorando feito um bebê.
Apesar de não entender o motivo de tanta dor, sentei-me do seu lado, puxando-a para junto de meu peito.
Entristecia-me saber que ela pensava daquela forma.
- Tudo bem que todos ficamos assustados com a gravidez de Bella, não posso negar isso, mas desde que você nasceu, Nessie, só nos trouxe alegrias. Você é muito importante pra todos que a amam, principalmente pra mim. Ter feito carícias em você foi a coisa mais prazerosa que já fiz na minha vida. Naquela noite eu nem consegui dormir, ficava lembrando-me da maciez da sua pele, do formato de seus seios sob minhas mãos... Não faz idéia do quanto tenho vontade de tocá-la de novo. – Nunca a tinha visto tão carente. Ela chorou em meu colo por um longo tempo.
- Acho que teria sido melhor que meu vô Carlisle tivesse feito um aborto na minha mãe. Eu só trago problemas pra todo mundo mesmo... – Sua voz estava carregada de ressentimento.
- Nunca mais fale uma besteira dessas, Nessie. – Segurei seu rosto entre as mãos, beijando sua face molhada pelas lágrima. O que estava havendo com minha garotinha?
Beijei sua boca, esperando que a convencesse do quanto a amava. Se era meus carinhos que ela queria, então os teria. Comecei a acariciar sua barriga. Não ia me importar mais com Edward.
- Pára, Jake!! Tira a mão daí – falou, nervosa.
Nem que vivesse dois mil anos, eu entenderia as mulheres. Ela não estava me pedindo exatamente isso minutos atrás?
- Nessie, me passa seu manual de instrução. Estou com dúvidas quanto ao seu funcionamento. – Brinquei, tentando não explodir.
- Jake, eu vou pra casa – falou, já se levantando. – Não estou com paciência pra namorar hoje. Tchau.
Saiu em disparada e eu fiquei imóvel, tentando repassar tudo o que tinha acontecido para ver se compreendia o que tinha feito de errado. Resolvi que o melhor era deixá-la sozinha. À noite iria vê-la, talvez já estivesse mais calma.
Assim que cheguei na casa dos Cullen, percebi que os ânimos estavam exaltados. Alguma coisa acontecera.
Todos estavam na sala, conversando animadamente. Pelo que entendi, falavam sobre Nessie.
- Oi, Jake, veio ver Nessie? Sei lá se ela vai querer descer daquele quarto. – Não entendi por que Emmet disse aquilo.
- Emmet, deixe que ela mesma conte o que aconteceu, se quiser – disse Esme, repreendendo-o.
- Ei, agora eu fiquei curioso. O que aconteceu com minha menina?
- Ela não é mais menina. – Emmet disse rindo.
- Como assim? Alguém pode me explicar o que está acontecendo? – Eu já começava a ficar preocupado.
- É que Nessie se tornou uma mocinha hoje – falou Esme, toda orgulhosa. – Ela ficou menstruada.
Confesso que fui pego de surpresa. Nunca tinha me atinado para este fato. Então Nessie estava experimentando mais uma fase de seu desenvolvimento? Pelo visto as transformações não iriam acabar tão cedo.
- Agora entendo sua irritação de hoje. Eu bem que podia ter imaginado, afinal tenho duas irmãs – falei rindo. – Eram duas TPM’s por mês.
- Jake, alguma vez teve de comprar absorventes para alguma garota? – A cara com que Emmet fez a pergunta, já me fez rir.
- Não que me lembre, por que? – Já quase não me agüentava de rir.
- Sinistro cara!! Muito sinistro... A mulher da farmácia veio com um assunto de fluxo sanguíneo pro meu lado... Parecia até que eu tinha ido comprar comida.
Eu já estava rolando de rir.
- Tem uma tal de “aba” também que é mais complicado que química quântica.
- E como conseguiu comprar? – Perguntei, sem ar, de tanto rir da sua cara.
- Trouxe um de cada tipo. Sabia que tem até para idosas?
- Até onde sei, Emmet, idosas não menstruam mais.
- Então o que é aquele pacotão que eu trouxe? – Emmet perguntou, virando-se para Rosalie.
- Aquilo é fralda geriátrica, seu idiota – Rosalie estava nitidamente irritada com o marido. – Achou mesmo que Nessie poderia usar aquilo? Só se ela fosse uma elefanta com hemorragia, sua anta!!
- Calma, amorzinho! Hoje meu cérebro foi exigido mais do que em qualquer outra situação em que eu tenha estado. Deveria ter uma faculdade para ensinar-nos a comprar este tal de absorvente. Êta coisinha complicada!!!
Quando Nessie desceu, eu já tinha controlado o riso.
Sem dizer nada, ela segurou minha mão e me puxou para o jardim. Não pareceu menos irritada do que antes. Era melhor não atiçar a fera.
Abracei-a. Pensei em dizer algo, perguntar como estava se sentindo...
- Jake, se falar alguma coisa, quebro sua cara.
- Calma, Nessie, eu não ia falar nada.
Talvez Edward não fosse tão assustador quanto eu imaginava. Ele nem sequer tinha TPM.
Ficamos abraçados, em silêncio. Era melhor assim, se quisesse preservar minha integridade física.
Quantos dias mesmo que durava isso??...
Sem nenhum arranhão, às custas de muito jogo de cintura e algumas caixas de chocolate para presentear Nessie, consegui passar pelo seu período menstrual. Eu teria vinte e oito dias de trégua até a próxima batalha. Eram férias justas.
Dentro de uma semana Edward e Bella voltariam. Eles não voltaram com Carlisle porque tinham ido para uma segunda lua-de-mel na Ilha de Esme.
Era melhor aproveitar o tempo de privacidade que restava para nós.
- Nessie, será que seus avós deixariam você ir à Olympia comigo amanhã? Tenho de comprar umas peças para um motor que estou consertando e queria que fosse junto. Volto amanhã mesmo, no anoitecer.
Pensei que Nessie gostaria de sair de seu exílio um pouco, ver lugares e rostos novos.
- Jura??? Eu adoraria ir – falou toda empolgada. – Vou falar com eles.
Teríamos um tempo juntos, sem nos preocuparmos com os super-ouvidos de seus parentes.
No fim da tarde recebi uma ligação de Nessie. Estava triste e decepcionada.
- Jake, não poderei ir. Minha vó não deixou. – Sua voz era de quem tinha chorado.
- Se soubesse que ficaria tão chateada, não teria te chamado, Nessie. Não fique triste, teremos muitas oportunidades de viajarmos juntos. Daqui um ano estaremos casados e ninguém mais mandará em você. Só eu, claro. – Falei rindo, tentando brincar para ver se ela se animava um pouco.
- Mas eu queria tanto ir com você... Vou ficar sem te ver o dia inteiro – disse, toda dengosa.
- Quando eu chegar, vou compensar cada minuto que ficarmos separados. – Estava com pena dela.
- Vou cobrar, pode ter certeza.
- Disso eu não tenho a menor dúvida. – Ri, já prevendo o tamanho do problema que estava criando para mim.
Pouco tempo depois, Nessie ligou novamente, eufórica.
- Eu vou!!!! Minha mãe deixou. Vai ser nossa primeira viagem juntos. Ah, Jake, estou tão feliz!! – Era contagiante sua alegria.
- Eu também estou muito feliz, Nessie. Amanhã passo aí lá pelas sete horas, tudo bem?
- Estarei pronta. Te amo!! – Parecia uma criança falando.
- Também te amo, você não sabe o quanto...
Estava feliz de viajarmos juntos, mas ao mesmo tempo sabia que seria muito mais difícil me controlar, sabendo que ninguém estaria nos vigiando. Eu tinha de manter uma distância segura de Nessie, se quisesse preservar meu autocontrole.
As sete em ponto, estacionei minha caminhonete na porta de sua casa. Nessie já estava pronta. Vestia uma saia curta que me fez tremer na base. Desconfiei que as coisas não seriam fáceis para mim.
Despedimo-nos de todos, procurando desviar-me dos olhares ameaçadores da “Noiva do Chucky”, vulgo Rosalie.
- Vou cuidar bem dela – falei.
- Espero que sua definição de cuidar não envolva gemidos. Quando eu “cuido bem” da Rose ela falta latir. – Quando Emmet abria a boca, podia esperar que lá vinha besteira.
- TIO!!!! – Nessie gritou toda encabulada.
Balancei a cabeça, sem graça por aquele comentário ter sido feito na frente de Esme. Apesar de ser jovem, eu a via como uma mãe.
Ainda fechava a porta do carro quando ouvi um “AAAAAAIII!!”
- Bem feito – falei rindo. A Barbie Assassina devia ter soltado o braço em Emmet.
Chegamos e fomos direto para as lojas de peças. Estava preocupado se Nessie estava entediada com aquela chatice de compra de peças.
- Jake, está tudo bem – Nessie falou, quando perguntei como estava. – Eu estou curtindo cada minuto ao seu lado.
Como algumas encomendas ficaram para serem entregues à tarde, resolvi levar Nessie para almoçar no restaurante do hotel onde eu sempre me hospedava quando vinha a Olympia.
- Nessie, vou pegar um quarto para nós, assim teremos um lugar para descansarmos um pouco. – Para ser franco, descansar era a última coisa que esperava fazer. Queria ficar a sós com Nessie, para podermos nos beijar mais à vontade.
- Hã... tudo bem. – Senti um traço de nervosismo em sua expressão.
Após o almoço, fomos para o quarto. Assim que vi a cama, percebi que teria de me esforçar muito mais do que imaginei.
Enquanto Nessie foi ao banheiro, aproveitei para tirar meus sapatos e minha camisa, para que não amassasse muito, e me deitei na cama. Estava um pouco cansado pela noite mal dormida, devido à ansiedade pela viagem.
Pouco tempo depois Nessie voltou.
- Vou escovar meus dentes e já volto – falei, me levantando. – Escolha um filme legal para vermos.
Dei um beijo em seu pescoço quando passei ao seu lado. Ela era irresistível.
Pensei em tomar um banho gelado, para ver se ajudava a diminuir o tesão que estava sentindo, mas preferi escovar os dentes e voltar rápido pra cama, para ficar com Nessie.
A vi assim que entrei no quarto. Estava deitada na cama, com as coxas praticamente descobertas e com a blusa um pouco levantada, deixando à mostra parte da barriga. Eu estava literalmente fu...
Engoli seco enquanto percorria a extensão de seu corpo perfeito com meus olhos.
Ela me sorriu e apontou para o lugar a seu lado, me convidando a deitar. Neste momento eu mal conseguia respirar.
Deitou a cabeça em meu ombro, deixando um dos braços sobre meu peito.
Aproximei mais seu corpo junto ao meu e prestei atenção na televisão. Pra situação ficar pior do que estava, ela tinha escolhido o filme “Nove Semanas e Meia de Amor” para assistirmos.
- Não tinha um mais recente para escolher? – Perguntei, desconfiado de que tinha sido proposital.
- Gosto desse – respondeu secamente.
- Ele não é muito apropriado para sua idade. – Tentei dissuadi-la
- Jake, semanas atrás meus seios estavam em sua boca. Acho que posso ver esse filme sem me traumatizar – falou ironicamente.
- Nessie, Nessie... – Não tinha muito o que falar diante de tal argumento.
As cenas do filme e a proximidade do corpo de Nessie formaram uma mistura explosiva em mim. Eu já não agüentava mais me segurar.
Antes que me desse conta, agarrei-a e comecei a beijá-la, enquanto acariciava sua cintura.
Nessie ergueu a perna, jogando-a sobre a minha, de forma que nossos sexos se encaixaram perfeitamente. Eu estava mais excitado do que nunca. Subi minha mão por sua barriga até encontrar seus seios. Beijava seu pescoço e orelha, me deliciando com seu cheiro inebriante. Ouvi quando ela gemeu alto, sem conseguir controlar o próprio prazer.
Num único movimento tirei sua blusa e logo depois, o sutiã.
Eu já não pensava para agir, seguia apenas meus instintos. Deitei-me sobre seu corpo e comecei a beijar sua boca, colo, seios e barriga. Descia e subia, beijando-a do umbigo até o pescoço e vice-versa. O prazer que aquilo me proporcionava era inexplicável. Eu estava louco por aquela menina.
- Você é tão linda, Nessie. Sua pele é tão macia e cheirosa – sussurrava em seus ouvidos. – É tão difícil resistir... tão difícil...
- Não resista, Jake – ela pedia. – Vamos aproveitar que estamos aqui sozinhos. Eu te amo tanto... Quero ser sua agora.
Afundei meu rosto no seu pescoço, entre seus cabelos, procurando resgatar um mínimo de controle.
- Não faz assim comigo, Nessie. Não me pede isso. – Achei que estava sem forças para lutar, mas consegui sair de cima dela, sentando-me na cama.
Respirei fundo, me sentindo vitorioso por ter conseguido parar, até que Nessie se ajoelhou do meu lado, comprimindo os seios entre os braços, enquanto apoiava as mãos sobre seus joelhos.
- Jake, o que foi? – Perguntou, triste por eu ter me afastado.
Não me contive diante de tanta beleza.
- Vem cá, menina.
Sentei-a no meu colo, colocando suas pernas ao lado do meu quadril, de forma que ficou de frente para mim. Sua saia se levantou, deixando toda sua calcinha à vista. Eu não era tão forte assim... eu era apenas um homem.
Coloquei a mão em volta de sua nuca e a puxei, juntando nossos lábios. Beijei-a com volúpia e desejo. Desci minhas mãos, acariciando suas coxas e nádegas perfeitas. Quando a apertava, sentia nossos sexos se juntarem, proporcionando um prazer alucinante a nós dois.
Percebi que Nessie tentava abrir o botão da minha calça. Sentir sua mão me tocando ali, era enlouquecedor. Segurei-a, impedindo que prosseguisse.
- Nessie, aí não, por favor.
Deixou sua mão pousada sobre meu membro, me fazendo contorcer de prazer.
- Jake, eu também quero te tocar, te dar prazer, assim como está me dando – falou quase sem fôlego no seu ouvido, enquanto dava leves apertões em meu membro excitado, me arrancando gemidos altos.
Pela segunda vez, tentou abrir meu zíper. Desta vez a ajudei, me livrando rapidamente da calça. Abri sua saia e a tirei, deslizando-a corpo acima. Eu já estava completamente dominado por aquela garota inexperiente. Estava a sua mercê.
Apenas o tecido leve de nossas roupas íntimas separavam nossas partes íntimas. Eu podia sentir a pulsação e a umidade que proviam do meio de suas pernas. Aquilo aumentou o prazer que aquela proximidade nos causava.
Tentava manter o máximo possível, meus olhos nos seus. Não queria perder um só momento daquelas novas descobertas de Nessie.
Por um tempo, ficamos nos beijando, movimentando nossos corpos em busca de prazer. Gemíamos como loucos, jogando-nos de cabeça na luxúria do momento. Para aumentar seu deleite , passei a beijar-lhe os seios, sugando seus mamilos, e aumentei o movimento de meu quadril. Percebi que a respiração de Nessie estava completamente irregular.
- Jake, eu...eu acho que... que vou... hã... eu vou... – Com sua voz doce e entrecortada, ela me dizia que estava prestes a gozar. Eu quase fui ao céu com a possibilidade de vê-la tendo, pela primeira vez, um orgasmo comigo.
- Vai, Nessie, deixa acontecer, meu amor, vai ver o quanto é bom. – Falei carinhosamente, tentando deixá-la mais à vontade.
- Oh, Jake... oh...
Então ela explodiu em espasmos. Apoiou o rosto em meu ombro, apertando minhas costas com as mãos e gemeu alto, sem conseguir se conter.
Esperei que seu corpo se restabelecesse e segurei em seus ombros, empurrando-a gentilmente para que olhasse para mim. Gotas de suor brotavam em sua testa. Ela estava corada, possivelmente envergonhada. Dei-lhe um sorriso, mostrando meu contentamento.
- Desculpe se fui muito escandalosa – falou, evitando meus olhos.
Ri de sua timidez e a abracei.
- Você foi perfeita, Nessie. Agora estamos quites. – Eu tinha lhe devolvido o presente que me dera naquela margem de rio.
- Você não quer ir também? – Perguntou meio sem graça. – A gente pode continuar. – Ela era um doce se preocupando comigo.
- Menina, menina... já corremos muito risco hoje. Seu pai já tem argumentos suficientes para me matar e te colocar no convento. E não duvide disso. – Eu já tinha tido mais do que podia querer naquele dia. Tinha acabo de fazer Nessie tremer de êxtase em meu colo. Era hora de parar.
- Não estou nem aí para meu pai. Eu já sou uma mulher e ele terá de aceitar isso de uma vez por todas. – Falou, irritada.
- Ei, espera aí, mulher não!! Já chegou quase lá, mas por enquanto ainda é minha garotinha. – Falei rindo.
- Podemos resolver isso agora mesmo. – Minha monstrinha de estimação estava me saindo melhor que a encomenda.
- Você é um perigo, menina. – Tirei-a do meu colo, rindo ainda, e levantei-me. Precisava de um banho gelado para me acalmar, ou talvez mais do que isso...
Enquanto seguia para o banheiro, percebi a forma como Nessie encarou meu corpo. Aquilo quase me fez voltar.
- Vou tomar um banho – disse, pegando minhas roupas espalhadas. – Aproveite e descanse um pouco – falei.
Entrei no chuveiro e deixei a água escorrer em meu corpo. Sem muito esforço, livrei-me daquela ereção constrangedora e me saciei um pouco.
Logo que saí, Nessie também foi tomar banho.
No fim da tarde já estávamos voltando pra casa, com todas as peças compradas.
Eu estava transbordando de felicidade. Ter Nessie em meus braços, da forma que tive, tinha sido extraordinário, mas sabia que teríamos de arcar com as conseqüências dos nossos atos, depois.
- O que está te preocupando, Jake? Você está tão calado. – Nessie perguntou, preocupada.
- Eu sei me defender de Edward, Nessie, mas temo pelo que ele possa fazer com você – falei.
- Jake, meu pai jamais me machucaria. Não pode pensar isso dele. – Ela pareceu chateada .com a possibilidade que coloquei.
- Claro que sei que ele não te agrediria de forma nenhuma, mas tenho medo é que ele nos separe, indo embora com você. – Este era meu maior medo.
- O nosso amor é mais forte que qualquer distância ou empecilho, Jake – disse-me, olhando em meus olhos. - Não há nada no mundo capaz de nos separar. Eu te amo desde que nasci. Te amei de todas as formas possíveis que se possa amar alguém. Isso tem de estar acima da fúria do meu pai. Ele vai ter de entender. – Falou com a voz doce e apaixonada.
Eu era o homem mais feliz do mundo por merecer o amor de uma menina tão linda e meiga feito Nessie.
- Realmente, Nessie, não há força no mundo capaz de nos separar.
Já era noite quando parei em frente sua casa. Dei-lhe um beijo de despedida, ainda dentro da caminhonete.
- Tchau, Nessie. Foi maravilhoso viajar com você – falei baixinho, no seu ouvido.
Ela colocou o dedo nos lábios, sinalizando que alguém poderia nos ouvir.
- Não tem ninguém por perto – sussurrei, rindo do seu cuidado. – Meus ouvidos também são ótimos, esqueceu?
- Também adorei viajar com você, meu amor. – Falou, me lançando um sorriso malicioso.
Beijei-a mais uma vez, passando as mãos sobre seus seios. Eu não me cansava de acariciá-los.
- Tchau, menina. Desça logo antes que eu te leve para minha casa e termine o que comecei – cochichei em seu ouvido.
- Eu adoraria. – Ela sabia como me deixar louco.
Ouvi passos. Fiz um sinal avisando que alguém estava chegando. Era Carlisle.
Nessie saiu do carro e foi abraçá-lo. Cumprimentei-o com um aceno e liguei o carro, indo para minha cabana.
TO BE CONTINUED...


Autora:Valentina

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